Marcelo de Camargo Furtado, da Itaúsa, destaca papel estratégico do setor privado no desenvolvimento sustentável durante Diálogo Nacional promovido por PNUD e IBGE

Participação de lideranças da iniciativa privada, do poder público, da academia e de organismos internacionais reforça a importância da convergência entre investimentos responsáveis, governança, inovação e políticas públicas para acelerar a Agenda 2030 no Brasil

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O fortalecimento das conexões entre desenvolvimento econômico, sustentabilidade, governança e investimentos responsáveis marcou a realização do 5º Diálogo Nacional – Os desafios da sustentabilidade como vetor do desenvolvimento humano brasileiro, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como parte da programação oficial de abertura da histórica 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

 

A programação reuniu representantes de organismos internacionais, autoridades públicas, especialistas, pesquisadores, lideranças empresariais e integrantes da sociedade civil organizada para discutir caminhos capazes de acelerar a implementação da Agenda 2030 no Brasil, consolidando o evento como um dos mais relevantes espaços nacionais de diálogo sobre desenvolvimento humano, sustentabilidade e governança.

 

Entre os destaques da mesa de exposições e debates esteve Marcelo de Camargo Furtado, que apresentou a experiência da holding na incorporação da sustentabilidade como elemento estruturante de sua estratégia de investimentos e de geração de valor de longo prazo.

 

Sob sua liderança na agenda de sustentabilidade, a Itaúsa consolidou uma estratégia que integra critérios ambientais, sociais e de governança à sua tese de investimentos, reunindo em seu portfólio empresas de relevância nacional, como Itaú Unibanco, Aegea, Dexco, Alpargatas, Copa Energia, NTS e Motiva. O conjunto evidencia como competitividade, infraestrutura, inovação, transição energética, economia circular e geração de impacto socioambiental positivo podem coexistir como vetores de crescimento sustentável.

 

No campo do investimento social privado, o Instituto Itaúsa também foi destacado por sua atuação na promoção de iniciativas voltadas à conservação ambiental, à redução das desigualdades, ao fortalecimento de territórios e ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, reforçando o papel das fundações e institutos empresariais na construção de soluções estruturantes para os desafios contemporâneos.

 

As discussões evidenciaram que o desenvolvimento sustentável exige uma atuação coordenada entre Estado, iniciativa privada, academia, organismos multilaterais e sociedade civil. Ao longo dos debates, ganhou força a percepção de que políticas públicas consistentes, segurança jurídica, financiamento sustentável, produção de conhecimento científico, inovação tecnológica e governança institucional constituem pilares complementares para impulsionar o desenvolvimento humano e ampliar a competitividade do país.


 

A participação do Instituto Global ESG na programação reafirmou seu compromisso com a construção de soluções colaborativas voltadas ao fortalecimento da agenda ESG e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. As contribuições apresentadas convergiram para temas relacionados à governança, inovação institucional, educação, cooperação interinstitucional e disseminação de boas práticas capazes de transformar compromissos em resultados concretos.

 

 

Ao final da programação, foi registrado agradecimento ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e à Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Presidência da República pela realização da iniciativa, que reuniu diferentes setores em torno de uma agenda comum de desenvolvimento sustentável.

 

O Instituto Global ESG reiterou, ainda, sua disposição para ampliar ações conjuntas por meio do Movimento Interinstitucional ESG na Prática, do Programa ESG20+ e de todo o Ecossistema de Impacto Arnone, fortalecendo projetos voltados à integração entre sustentabilidade, desenvolvimento econômico, inovação, governança e políticas públicas. A convergência entre esses atores, destacaram os participantes, representa um dos caminhos mais consistentes para transformar diálogo qualificado em ações concretas, promovendo impacto positivo para as instituições, os territórios e a sociedade brasileira.


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