Agenda institucional aproxima setor empresarial e amplia articulação entre governança, ESG e liderança feminina

Encontro na Sala JK reuniu representantes do Instituto Global ESG e a presidente do LIDE Mulher, Janine Brito, para apresentação de iniciativas estratégicas, fortalecimento de parcerias institucionais e integração ao movimento Mulheres que Pensam o Brasil

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A Sala JK recebeu, em Brasília, uma agenda institucional voltada ao fortalecimento do diálogo estratégico entre lideranças empresariais, governança institucional e iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à participação feminina em espaços de decisão. O encontro reuniu representantes do Instituto Global ESG e a empresária Janine Brito, presidente do LIDE Mulher e CEO do Grupo Ferragens Pinheiro.

Representaram o Instituto Global ESG Ana Clara Moura, diretora de relações institucionais e governamentais, e Paola Comin, diretora de relações internacionais. A reunião teve como objetivo apresentar iniciativas desenvolvidas pela instituição, ampliar a aproximação com o ecossistema do LIDE e construir caminhos para futuras parcerias estratégicas ligadas à governança, ESG, liderança feminina e articulação institucional.

Reconhecido como a maior organização corporativa da América Latina, o LIDE reúne lideranças empresariais de diversos setores da economia, consolidando uma ampla rede de relacionamento, cooperação institucional e promoção de ambientes voltados ao desenvolvimento econômico, inovação e fortalecimento empresarial.

Durante o encontro, foram apresentadas iniciativas conduzidas pelo Instituto Global ESG no contexto do Movimento Interinstitucional ESG na Prática, além de projetos relacionados à governança sustentável, participação feminina, articulação multissetorial e construção de pontes entre sociedade civil, setor produtivo e poder público.

A agenda também marcou o convite formal para que Janine Brito integre o movimento “Mulheres que Pensam o Brasil” e participe da abertura do encontro nacional que será realizado no Senado Federal, dedicado à construção coletiva da Carta das Mulheres para a Política. A iniciativa reúne lideranças femininas da política, do Judiciário, do setor empresarial e da sociedade civil em torno de propostas voltadas ao fortalecimento da participação feminina nas eleições de 2026 e à ampliação da presença das mulheres nos espaços de poder e decisão.

Janine Brito destacou a relevância da construção de ambientes colaborativos entre diferentes setores institucionais e empresariais.

“Vivemos um momento em que liderança, governança e responsabilidade social precisam caminhar de forma integrada. Aproximar iniciativas empresariais de movimentos institucionais comprometidos com transformação social fortalece a construção de soluções mais sustentáveis, inclusivas e permanentes”, afirmou.

Ana Clara Moura ressaltou que o fortalecimento das conexões institucionais representa elemento estratégico para ampliar o alcance de agendas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à participação feminina.

“A construção de pontes entre o setor empresarial, instituições e sociedade civil é fundamental para consolidarmos agendas capazes de gerar impacto concreto, fortalecer a governança e ampliar a presença das mulheres em ambientes estratégicos de formulação e decisão”, declarou.

Paola Comin enfatizou a importância da articulação multissetorial e da integração entre diferentes lideranças para impulsionar iniciativas de alcance nacional.

“Quando diferentes setores se conectam em torno de propósitos comuns, ampliamos a capacidade de transformar diálogo em cooperação efetiva, projetos estruturantes e ações concretas voltadas ao desenvolvimento institucional e social do país”, afirmou.

A construção da agenda reforça o avanço de uma articulação cada vez mais integrada entre governança, ESG e liderança feminina, ampliando o alcance institucional das iniciativas em desenvolvimento e fortalecendo conexões entre poder público, iniciativa privada e sociedade civil organizada.

O encontro também simbolizou a consolidação de uma agenda contemporânea de governança baseada em cooperação, responsabilidade institucional, diversidade e construção coletiva de soluções capazes de conectar desenvolvimento econômico, sustentabilidade e fortalecimento democrático.


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