Instituto Global ESG destaca papel da integridade empresarial em webinar realizado com a Controladoria-Geral da União

Em fala de abertura do evento “A força da integridade: Pacto Brasil e Instituto Global ESG”, o vice-presidente da instituição, Sóstenes Marchezine, ressaltou que integridade é base para governança, confiança institucional e desenvolvimento sustentável

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A agenda de integridade empresarial e governança ganhou destaque em webinar promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com o Instituto Global ESG, que apresentou ao público o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa voltada a incentivar empresas e organizações a assumirem compromissos concretos com boas práticas de compliance, transparência e responsabilidade institucional.

Durante a abertura do evento, o vice-presidente do Instituto Global ESG, Sóstenes Marchezine, destacou que a promoção da integridade constitui um elemento central para a construção de ambientes institucionais e econômicos mais confiáveis e sustentáveis.

“O desenvolvimento sustentável começa pela integridade. Sem integridade não há governança, sem governança não há confiança, e sem confiança não há desenvolvimento sustentável”, afirmou.

O webinar reuniu representantes da CGU, especialistas e integrantes do Instituto Global ESG para discutir os mecanismos de fortalecimento da cultura de integridade no setor privado e as oportunidades abertas pelo Pacto Brasil como instrumento de transformação institucional.

O evento teve como objetivo apresentar a iniciativa da CGU que estimula empresas e entidades privadas que atuam no país a aderirem, de forma voluntária, a um compromisso público com a integridade empresarial.

 

Parceria institucional pela integridade

Em sua fala, Sóstenes Marchezine cumprimentou o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, destacando a liderança da CGU na promoção de políticas públicas voltadas à transparência, à integridade e ao fortalecimento da governança no Brasil.

O dirigente também reconheceu o trabalho da equipe técnica da CGU responsável pelo programa, citando o diretor de Promoção e Avaliação de Integridade Privada, Sérgio Filgueiras de Paula, e a coordenadora-geral de Promoção de Integridade Privada, Monique Zuidema, responsáveis pela condução das iniciativas relacionadas ao Pacto Brasil.

Segundo ele, a parceria entre CGU e Instituto Global ESG representa um exemplo concreto de cooperação entre poder público, sociedade civil e setor produtivo para consolidar novos padrões institucionais no país.

“Essa parceria demonstra que governo, sociedade civil, setor produtivo e instituições podem e devem atuar juntos na construção de um novo padrão de desenvolvimento para o Brasil”, afirmou.

 

Instituto Global ESG integra Comitê Gestor do Pacto Brasil

Durante o evento, Marchezine destacou também que o Instituto Global ESG passou a integrar o Comitê Gestor do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, na condição de apoiador institucional da iniciativa conduzida pela CGU.

A participação da instituição busca ampliar o alcance da agenda de integridade junto ao setor produtivo e contribuir para a disseminação de boas práticas de governança corporativa e compliance no ambiente empresarial.

Para o vice-presidente do Instituto Global ESG, iniciativas como o Pacto Brasil representam um avanço importante na organização da cultura de integridade no país, ao oferecer ferramentas concretas para que empresas fortaleçam seus programas internos de governança.

“O Pacto Brasil oferece às organizações um caminho estruturado de evolução institucional, permitindo aprimorar programas de integridade, práticas de governança, mecanismos de compliance e relações com o poder público, investidores e sociedade”, disse.

 

Integridade como base da agenda ESG

A fala também abordou a relação entre integridade empresarial e a agenda ESG — sigla em inglês para ambiental, social e governança — que tem ganhado cada vez mais relevância nas estratégias corporativas e nas políticas públicas.

Segundo Marchezine, a consolidação dessa agenda exige uma abordagem estrutural e de longo prazo.

“ESG não é apenas um selo ou um relatório. ESG é processo, é jornada e é compromisso institucional de longo prazo. E essa jornada começa, inevitavelmente, pela integridade”, afirmou.

Ele destacou ainda o papel do Movimento Interinstitucional ESG na Prática, iniciativa que reúne instituições públicas, empresas, academia e organizações da sociedade civil com o objetivo de transformar princípios de sustentabilidade em políticas e ações concretas.

No âmbito desse movimento, foi estruturado o Programa ESG20+, que organiza a agenda de sustentabilidade a partir de 20 princípios orientadores voltados ao desenvolvimento sustentável, conectando governança, responsabilidade social, sustentabilidade ambiental e crescimento econômico.

 

Desenvolvimento sustentável e Agenda 2030

Ao final da fala, o vice-presidente do Instituto Global ESG ressaltou que iniciativas como o Pacto Brasil dialogam diretamente com os compromissos internacionais assumidos pelo país no âmbito da Agenda 2030 das Nações Unidas.

Segundo ele, a promoção da integridade empresarial contribui para fortalecer os cinco pilares da agenda global de sustentabilidade — conhecidos como os 5 Ps: pessoas, planeta, prosperidade, paz e parcerias.

“Estamos construindo uma nova forma de fazer desenvolvimento — um desenvolvimento que integra governança, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental”, afirmou.

Marchezine encerrou a participação reforçando o convite para que empresas e organizações brasileiras aderirem ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, assumindo compromissos públicos com transparência, governança e responsabilidade institucional.

“Quem se importa, ganha. Ganha quem se importa com as pessoas, com o planeta, com a integridade e com a construção de organizações melhores. E ganha também o país”, concluiu.


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