Grupo Arnone reúne lideranças do setor têxtil para debater economia circular, rastreabilidade e gestão de resíduos no Brasil

Mesa Redonda Transição Circular Justa reuniu empresas, especialistas e entidades do setor em Brasília para discutir soluções práticas voltadas à sustentabilidade, logística reversa e inovação regulatória na indústria têxtil

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O Grupo Arnone sediou edição da Mesa Redonda Transição Circular Justa, iniciativa promovida pela Zeros, com co-realização da Polen e apoio institucional da Associação Brasileira do Comércio Têxtil (ABCTEX) e da Associação Brasileira de Técnicos Têxteis (ABTT). O encontro reuniu representantes da indústria, especialistas, pesquisadores e lideranças empresariais em torno dos principais desafios relacionados à circularidade e à sustentabilidade no setor têxtil brasileiro.

A agenda concentrou debates sobre gestão de resíduos têxteis, rastreabilidade de fibras, logística reversa, inovação industrial e avanços regulatórios, temas que vêm ganhando relevância crescente diante das transformações globais nos modelos produtivos e das exigências cada vez maiores por transparência, responsabilidade socioambiental e eficiência nas cadeias produtivas.

Participaram do encontro representantes de empresas e organizações como Rovitex, Santista Têxtil, Grupo Malwee, Unifi do Brasil, NILIT, Ecofabril, Capricórnio Têxtil, Grupo EuroFios e Momo Ambiental, além de profissionais ligados à pesquisa, tecnologia e desenvolvimento de soluções voltadas à economia circular.

A iniciativa buscou fortalecer o diálogo técnico e institucional entre diferentes atores da cadeia têxtil, estimulando a construção de soluções colaborativas para um dos segmentos industriais mais relevantes da economia brasileira. O setor têxtil possui forte impacto econômico e social, mas também enfrenta desafios relacionados ao elevado volume de resíduos, consumo de recursos naturais e necessidade de modernização de processos produtivos.

Durante o encontro, os participantes discutiram caminhos para ampliar a circularidade no setor, incluindo estratégias de reaproveitamento de materiais, fortalecimento da logística reversa, desenvolvimento de cadeias rastreáveis e criação de mecanismos que favoreçam maior integração entre indústria, tecnologia e sustentabilidade.

“O setor têxtil tem escala, impacto e responsabilidade. Reunir pessoas qualificadas, com experiência prática e capacidade técnica, para discutir soluções concretas é uma forma efetiva de contribuir com a construção de uma agenda de economia circular mais madura e aplicável no Brasil”, destacou o Grupo Arnone durante a programação.

A realização da Mesa Redonda Transição Circular Justa ocorre em um momento de ampliação do debate global sobre sustentabilidade industrial e transição para modelos produtivos mais regenerativos, especialmente em setores intensivos em produção e consumo de recursos. A discussão também dialoga com tendências regulatórias nacionais e internacionais relacionadas à responsabilidade compartilhada, rastreabilidade produtiva e destinação ambientalmente adequada de resíduos.

Ao sediar a iniciativa, o Grupo Arnone reforça sua atuação em agendas voltadas à sustentabilidade, inovação, governança e desenvolvimento sustentável, promovendo espaços de interlocução qualificada entre iniciativa privada, especialistas e instituições comprometidas com soluções estruturantes para os desafios contemporâneos da economia circular no Brasil.


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