No dia 11 de fevereiro, o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Roberto Mateus Ordine, recebeu na sede da entidade o presidente do Instituto Global ESG, Alexandre Arnone, e a diretora da instituição, Paola Comin, para uma reunião voltada ao debate sobre a incorporação de práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) no ambiente empresarial brasileiro.
O encontro também contou com a presença de Rita Campagnoli, coordenadora do Conselho de Comércio Exterior (COMEx) da ACSP, e de Renan Luiz Silva, superintendente de Serviços Institucionais da entidade.
Durante a reunião, os participantes discutiram os impactos e oportunidades associados à adoção de práticas ESG nas empresas, destacando que a agenda de sustentabilidade vem se consolidando como um componente estratégico para a competitividade e a longevidade dos negócios. A avaliação comum entre os participantes é de que a implementação dessas práticas não deve ser compreendida apenas como um custo operacional, mas como um investimento estruturante capaz de gerar valor econômico, ampliar oportunidades comerciais e contribuir para maior segurança regulatória e institucional.
Na ocasião, Alexandre Arnone apresentou iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Global ESG no assessoramento a empresas, organizações e órgãos governamentais em temas relacionados à sustentabilidade, governança corporativa e inovação regulatória. Segundo ele, a adoção de políticas alinhadas aos princípios ESG pode representar um diferencial competitivo relevante para o setor produtivo.
“A incorporação de práticas ESG tende a agregar valor às empresas, melhorar indicadores de desempenho e contribuir para a racionalização de custos, além de ampliar o acesso a mercados e a instrumentos de financiamento”, afirmou Arnone durante o encontro.
O presidente do Instituto também ressaltou que a agenda ESG vem ganhando relevância no ambiente regulatório e no mercado internacional, tornando-se um fator cada vez mais considerado por investidores, parceiros comerciais e consumidores.
A reunião reforçou a importância do diálogo entre entidades empresariais, instituições e especialistas na construção de estratégias capazes de fortalecer a competitividade das empresas brasileiras, ao mesmo tempo em que promovem desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental e social.