COP30 consolida protagonismo feminino em Belém, no coração da Amazônia

Instituto Global ESG reconhece mobilização histórica da Bancada Feminina e destaca liderança de Gabriela Rollemberg

07/12/2025 15h44 - Atualizado há 3 meses

COP30 consolida protagonismo feminino em Belém, no coração da Amazônia
Victor Vilela

A força, a presença e a liderança feminina marcaram de maneira incontestável a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém/PA. Em meio à diversidade de agendas, zonas oficiais, debates técnicos e articulações multilaterais, mulheres de diferentes instituições, territórios e trajetórias assumiram o centro do palco — não apenas como participantes, mas como protagonistas de um dos capítulos mais expressivos da diplomacia climática mundial.

 

A edição realizada no coração da Amazônia evidenciou um movimento consistente: a ampliação do protagonismo das mulheres na construção de políticas climáticas, na condução de processos de governança e na mediação de debates globais. Em todas as frentes da COP — da Blue Zone à Green Zone, da AgriZone às arenas de inovação — lideranças femininas estiveram à frente de agendas técnicas, políticas, científicas e institucionais.

 

 

Bancada Feminina se torna referência na COP30

Entre os marcos desta edição esteve a atuação da Bancada Feminina na COP30, articulada pela advogada Gabriela Rollemberg, cuja capacidade de engajar coletivos, harmonizar agendas e mobilizar lideranças ampliou a representatividade e fortaleceu discussões estratégicas. Com Embaixadoras e representantes de peso, a Bancada consolidou-se como um espaço plural, qualificado e de alta influência no decorrer do evento.

 

 

Movimento transversal das mulheres

O dinamismo feminino se fez notar em múltiplos ambientes. Da participação em negociações internacionais a painéis simultâneos em diferentes zonas da Conferência, a presença intensa e coordenada gerou a percepção, recorrente entre os observadores, de que as lideranças femininas multiplicavam-se para ocupar, com excelência, os espaços em que suas vozes eram indispensáveis.

 

 

O impacto, na visão de Alexandre Arnone, presidente do Instituto Global ESG

Em declaração oficial, Alexandre Arnone destacou o impacto inequívoco dessa mobilização:

 

Não há dúvidas: a COP30, realizada no Brasil, em Belém/PA, no coração da Amazônia, teve as mulheres como grandes protagonistas. Nossos cumprimentos à Dra. Gabriela Rollemberg e a todos os coletivos que, com extraordinária habilidade, ela conseguiu engajar, equilibrar e mobilizar sob a Bancada Feminina na COP30 — com representações institucionais potentes e Embaixadoras brilhantes, cada qual levando sua voz, sua trajetória e seu posicionamento de vida.

 

Arnone também ressaltou a abrangência da atuação feminina:

 

Um dos grandes marcos desta COP foi, sem sombra de dúvidas, o intenso movimento das mulheres: presentes em todas as zonas oficiais, eventos, palcos e espaços paralelos, muitas vezes dando a impressão de que estavam em vários lugares ao mesmo tempo, pelo nível de entrega, energia e protagonismo.

 

 

Compromisso do Instituto Global ESG

O Instituto Global ESG e o Movimento Interinstitucional ESG na Prática reforçaram, em Belém, seu compromisso com a ampliação da participação feminina em agendas decisórias e na promoção de políticas públicas voltadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento.

 

Para o Instituto Global ESG e o Movimento Interinstitucional ESG na Prática, é uma honra participar deste momento histórico no maior evento climático do planeta. Saudações a todas as envolvidas. Contem sempre conosco. Parabéns — vocês fizeram e fazem a diferença.

 

A COP30 encerra-se, assim, como um marco não apenas ambiental e diplomático, mas de afirmação definitiva das mulheres como agentes centrais na transformação climática, socioambiental e institucional do Brasil e do mundo.


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