O Instituto Global ESG confirmou uma ampla programação de atividades na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA), entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025.
Com presença transversal na Blue Zone, Green Zone e Agrizone, além de agendas interinstitucionais de alto nível, o Instituto reforça seu papel como articulador de políticas e compromissos de sustentabilidade no contexto da transição ecológica brasileira.
A atuação do Instituto abrangerá painéis oficiais, coalizões multissetoriais e ações de cooperação internacional, em sinergia com os 20 Princípios Norteadores do ESG para o Desenvolvimento Sustentável, lançados no âmbito do Programa ESG20+.
A agenda incluirá ainda a participação em eventos técnicos do Poder Judiciário, parcerias com universidades e centros de pesquisa, e iniciativas conjuntas com órgãos públicos e empresas privadas que integram a rede de instituições parceiras do Movimento Interinstitucional ESG na Prática.
Entre os destaques, o Instituto Global ESG integra a organização da 2ª Conferência Internacional de Sustentabilidade no Sistema de Justiça, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como parte da programação oficial da COP30. O evento contará com a abertura do ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, e a coordenação do conselheiro Guilherme Feliciano, presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Poder Judiciário.
Na Agrizone, o Instituto participará em conjunto com a Embrapa, por meio do Programa Embrapa ESG na Prática, com painéis voltados à inovação sustentável no campo, bioeconomia, economia circular e soluções regenerativas. Já na Green Zone, o foco estará nas finanças sustentáveis, inclusão social e cadeias produtivas de baixo carbono, enquanto na Blue Zone a entidade se somará a agendas diplomáticas e setoriais, como a Coalizão pela Habitação Net-Zero 2050, iniciativa liderada pela Caixa Econômica Federal.
“A COP30 em Belém simboliza um marco histórico. O Brasil deixa de ser apenas anfitrião e se afirma como articulador de um novo paradigma global de desenvolvimento sustentável, em que as soluções de baixo carbono dialogam com justiça, inclusão e governança responsável”, afirmou Alexandre Arnone, presidente do Instituto Global ESG.
Para o vice-presidente do Instituto, Sóstenes Marchezine, a presença institucional em múltiplas zonas da COP30 traduz o amadurecimento da pauta ESG brasileira. “Estamos conectando o campo, as cidades, a justiça e o setor produtivo em torno de um mesmo propósito: construir pontes sólidas entre o desenvolvimento e a sustentabilidade, de forma integrada e cooperativa.”
Já Paola Comin, responsável pelas Relações Internacionais do Instituto Global ESG, ressaltou a importância da COP30 como espaço de diplomacia climática e de fortalecimento de parcerias estratégicas. “A COP30 será uma oportunidade única para o Brasil reafirmar seu protagonismo global e fortalecer laços de cooperação internacional em torno de uma agenda de desenvolvimento justa, inclusiva e baseada na ciência. Nosso papel é contribuir para que essas conexões gerem resultados concretos e duradouros.”
A programação do Instituto Global ESG na COP30 inclui ainda encontros paralelos com representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, além de articulações com organismos internacionais e redes da sociedade civil. O objetivo é consolidar o Brasil como referência mundial em governança climática, inovação sustentável e parcerias público-privadas orientadas por impacto.