Conselheiro do CNJ, Guilherme Feliciano, autografa publicação do relatório executivo do MRESG em encontro institucional no Instituto Global ESG

Reunião realizada na Sala JK, na sede do Instituto Global ESG, em Brasília, reuniu representantes do sistema de justiça, da advocacia, da Frente Parlamentar ESG na Prática, da CNODS, da Abrig e da Lagos em torno do fortalecimento da agenda ESG e do desenvolvimento sustentável no Brasil

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O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Guilherme Guimarães Feliciano, presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Poder Judiciário e do Comitê Gestor Nacional de Sustentabilidade no Sistema de Justiça, participou de encontro institucional realizado na Sala JK, nas dependências da sede do Instituto Global ESG, na região do Lago Sul, em Brasília, ocasião em que autografou exemplares impressos do Relatório Executivo da Primeira Etapa da Consulta Pública ESG20+ para a construção do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável (MRESG).

A publicação já conta com prefácio institucional anteriormente subscrito pelo conselheiro Guilherme Feliciano e consolida os resultados da primeira etapa da consulta pública nacional voltada à estruturação do MRESG — proposta destinada à organização de parâmetros normativos, institucionais e operacionais relacionados à agenda ESG e ao desenvolvimento sustentável no Brasil.

O relatório também possui posfácio institucional subscrito pelo Poder Executivo Federal, por intermédio da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Presidência da República (CNODS/PR), assinado por seu secretário-executivo, Lavito Bacarissa. A apresentação institucional da obra foi construída conjuntamente pela Frente Parlamentar ESG na Prática (FPESG), pela Lagos Data, pelo Instituto Global ESG e pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), reforçando o caráter multissetorial e interinstitucional da iniciativa.

Durante o encontro, o conselheiro autografou exemplares destinados à diretoria do Instituto Global ESG e do Movimento Interinstitucional ESG na Prática, reforçando simbolicamente o reconhecimento ao trabalho técnico e institucional desenvolvido pelas entidades parceiras na construção do relatório e na consolidação do Programa ESG20+.

A reunião reuniu representantes do Instituto Global ESG, da Frente Parlamentar ESG na Prática (FPESG), da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), da Lagos e integrantes ligados à construção técnica e institucional do MRESG.

O relatório executivo sistematiza 274 contribuições técnicas recebidas na primeira etapa da consulta pública ESG20+, utilizando metodologia de inteligência de dados e análise quali-quantitativa para mapear os avanços, desafios e fragmentações normativas existentes no campo da sustentabilidade, governança e responsabilidade social no país.

Durante a agenda institucional, Guilherme Feliciano também agradeceu o apoio e a parceria institucional da Abrig, da Lagos, da Frente Parlamentar ESG na Prática e da CNODS ao processo de construção do relatório e às iniciativas voltadas ao fortalecimento da agenda ESG no Brasil.

Para o advogado e presidente do Instituto Global ESG, Alexandre Arnone, o gesto simboliza o amadurecimento institucional da pauta da sustentabilidade no sistema de justiça e no ambiente regulatório brasileiro.

“A presença do conselheiro Guilherme Feliciano e o autógrafo desta publicação possuem um significado institucional muito relevante para todos nós. Trata-se de uma liderança que ajudou a consolidar, dentro do sistema de justiça, a compreensão de que sustentabilidade, governança e responsabilidade social precisam integrar permanentemente a agenda pública brasileira”, afirmou.

O vice-presidente do Instituto Global ESG, Sóstenes Marchezine, destacou a importância da convergência entre instituições públicas, setor privado, academia e sociedade civil organizada na construção do MRESG.

“O relatório executivo do MRESG representa uma construção coletiva, plural e técnica. O envolvimento do CNJ, da CNODS, da Frente Parlamentar ESG na Prática, da Abrig, da Lagos e de diversas instituições demonstra que a agenda ESG deixou de ser periférica para ocupar posição estratégica nas discussões sobre desenvolvimento sustentável e governança institucional no Brasil”, declarou.

A diretora de Relações Institucionais do Instituto Global ESG, chefe de gabinete da Frente Parlamentar ESG na Prática e representante da Abrig e da Lagos, Ana Clara Moura, ressaltou o papel da articulação institucional no avanço da iniciativa.

“A construção do MRESG demonstra a força do diálogo institucional e da cooperação multissetorial. O relatório consolida contribuições relevantes e reforça a necessidade de integração entre os diversos segmentos comprometidos com o desenvolvimento sustentável e com a construção de parâmetros mais claros de governança”, disse.

Na avaliação de Paola Comin, diretora de Relações Internacionais do Instituto Global ESG, o trabalho desenvolvido também amplia a projeção internacional da agenda ESG brasileira.

“O Brasil possui potencial para assumir protagonismo internacional na estruturação de políticas públicas e marcos regulatórios relacionados ao ESG. O MRESG nasce justamente como uma experiência de diálogo institucional amplo, envolvendo diferentes setores e perspectivas técnicas”, afirmou.

A advogada Gláucia Uliana, diretora jurídica da Arnone Advogados, destacou o papel jurídico e regulatório do relatório executivo.

“O documento evidencia que o debate ESG já alcançou elevada densidade normativa e institucional. O desafio agora é promover harmonização regulatória, segurança jurídica e mecanismos de implementação capazes de transformar diretrizes em políticas efetivas”, pontuou.

Já Luciane Almeida, chefe de gabinete do conselheiro Guilherme Feliciano no CNJ, ressaltou a importância da continuidade institucional da agenda da sustentabilidade no sistema de justiça.

“A pauta da sustentabilidade exige integração, planejamento e cooperação permanente entre instituições. O trabalho desenvolvido pelo Instituto Global ESG e pelas entidades parceiras demonstra compromisso técnico e capacidade de articulação em torno de soluções estruturantes para o país”, afirmou.

O encontro também reforçou o alinhamento institucional entre o Programa ESG20+, o Movimento Interinstitucional ESG na Prática e as entidades parceiras envolvidas na construção do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável, cuja consolidação seguirá em debate público e técnico ao longo das próximas etapas da consulta nacional.